Autonomia


Maioridade e Desligamento


ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL: A MAIORIDADE E O DESLIGAMENTO

Disponibilizamos no link abaixo a dissertação enviada à rede por Renato Fonseca. O trabalho parte da perspectiva sócio-histórica e busca identificar os efeitos do processo de institucionalização em abrigo, no que diz respeito à preparação e à orientação de projetos de vida para o jovem que, por ter atingido os 18 anos, deve ser obrigatoriamente desligado.

A pós-graduanda Martha Emanuela Soares da Silva realizou um estudo de caso da trajetória institucional de um jovem, com mais de 18 anos de idade, institucionalizado em abrigo municipal para adolescentes desde os 15 anos, impossibilitado de retornar à família e à comunidade de origem, e recém-egresso. A análise dos dados apontou o despreparo e a pouca habilidade do jovem no trato com a vida social de um mundo adulto, bem como uma incompatibilidade entre os seus planos e desejos relacionados à sua vida pós-abrigo, e as opções oferecidas pela rede de acolhimento. Segundo a autora, tal situação decorre da falta de um projeto político-pedagógico da instituição de acolhimento e de políticas públicas voltadas para essa questão. Esses elementos indicariam que o acolhimento institucional contribui para uma inclusão precária, podendo acarretar uma série de novas situações de risco à vida do sujeito.

Leia o texto: https://docs.google.com/file/d/0B3GXXnZAHWOyd3JZQ0ZTZHFOZEE/edit?usp=sharing

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